Os nomes dos meus filhos – parte II

Como não vivi na década de 1960, resolvi dar nomes “normais” a meus filhos. Isso é para explicar o post anterior que, por mais que eu procurasse nomes que transmitissem a sensação maravilhosa de ser mãe, não encontrei nenhum que não fosse estranho demais. Certo. Resolvi, então, procurar nomes plausíveis. Mas estranhas coincidências cercam o nome de cada um deles.

Tanto para um, quanto para o outro, queríamos nomes diferentes, fora de moda, mas bonitos (é lógico). Sem complicações de letras diferentes ou estrangeirismos.

No dia em que descobri estar grávida do meu filho mais velho, sentamos em uma mesa de bar para ver se o susto passava. Tomei uma bela jarra de suco de maracujá e o maridão, uma caipirinha e uma cerveja (uma? não tenho certeza). Logo chegou um de seus melhores amigos, todo feliz, todo animado, ignorando nosso susto e começou a perguntar a respeito dos nomes. Longa lista, várias discussões, ficou decidido ali que, se fosse menino, chamaria-se “Cauê”. Com “c” e, não, Cauã. Pronto. Não conseguíamos encontrar um nome se fosse menina.

Acontece… sempre acontece… passamos toda a gestação – desde a descoberta do sexo do bebê – chamando-o pelo nome. Eu, morena, de olhos castanhos. O pai, moreno, de olhos pretos. Conclusão: filho com cara de indiozinho, bem Cauê. Mentira. Para nossa surpresa, ele nasceu loiro, de olhos bem azuis. Assim, supreendentemente. Então, já que já o chamávamos desde sempre, registramos o menino de Cauê. Uma semana depois, sonhei que ele chamava Pedro. Acordei, olhei e lá estava – que cara de Pedro ele tinha!!! Hoje, acho que ele tem mesmo a cara do nome… mas…

Bom, mas acontece também que ele nasceu durante os jogos Pan-Americanos de 2007, os quais aconteceram no Rio de Janeiro e que tinham como mascote… o solzinho Cauê… Daí que aquele nome diferente… ficou comum! E daí também que descobrimos que precisamos dizer (sempre) “não é Cauã, é Cauê”, além do tradicional “não, não é com K, é com C mesmo”.

Na semana passada, nasceu minha princesinha. Depois de toda essa história com o nome do Cauê, achamos que seria mais fácil. Antes mesmo de engravidar, escolhemos Isabela para menina, Pedro para menino. Tá bom. Quando descobri que era menina, tive uma “sensação” de que ela não queria esse nome. (Detalhe para “sensação” e “ela” – coisas de grávida!) Isabela era muito comum e etc e tal. Fizemos uma lista (enorme) e não conseguíamos nos decidir.

No Natal, meu avô, pessoal muito formal, perguntou a respeito do nome e eu lhe mostrei a lista. Como bom sistemático que é, organizou a família e fizeram uma votação. Escolheram três para que decidíssemos… assim, só por sugestão. Eram Alice, por causa da minha avó paterna; Catarina, pela beleza do nome; e Isabela, pela escolha que já tínhamos feito. Meses se passaram até que decidimos por Catarina – bonito, forte, diferente, incomum.

No dia que a Catarina nasceu, descobrimos que a rainha Catarina, a Grande, chamava-se Sofia quando nasceu (meu nome) e teve um amante de sobrenome Orlov (sobrenome da família de meu marido)… vai saber…

Agora, o fim da picada aconteceu essa semana. Não era para ser um nome incomum? Agora imaginem quantas Catarinas vão nascer a partir de hoje, por causa do casamento do príncipe Willian com a moça Kate – Catherine?!!!

Bom, não importa… Na verdade, esses dois pequenos, com nomes comuns ou não, são, na verdade únicos e demais de preciosos para mim…

4 pensamentos sobre “Os nomes dos meus filhos – parte II

  1. Oi, Sofia!!
    Hoje eu também escrevi sobre o nome da minha Catarina, e como a sua bebê também é Catarina fiz uma menção a este texto no meu post…
    Adorei as coincidências que você comentou com os nomes de sua família!
    Um beijo e parabéns pelas lindas crianças!

  2. Sô, oi!
    E não é que o Cauê é a cara do solzinho?! Não tinha reparado. Hahahahaha
    Ah… e pelo casamento real, acho que vai aparecer mais Queites, Keite, Keyte e afins do que Catarinas.
    Amo muito todos vocês, beijos.

    • Sofia,

      Adorei a sua explicação para os nomes dos seus filhos. Eles realmente são lindos. Quem sabe um dia essa sua prima do Rio, e a Tia Bisavó não vamos até aí conhecê-los de pertinho.
      Beijos para todos.

      Elayne

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